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Walmart ignora Trump e busca fornecedores estrangeiros para enfrentar Amazon

Atualizado em: 27/07/2017 às 19h01

O braço de varejo online da rede americana Walmart está recrutando fornecedores na China e outros países para impulsionar suas ofertas online, se afastando da campanha do grupo de privilegiar produtos fabricados nos EUA.

A decisão do Walmart vem por necessidade: nem todos os produtos que seus clientes desejam - desde jeans a bicicletas e até produtos de beleza - são fabricados nos Estados Unidos.

Essa realidade colocou o Walmart em oposição ao empenho do presidente Donald Trump de incentivar produtos "Made in America".

A empresa também corre o risco de se indispor com alguns atuais fornecedores nos EUA, uma vez que a política vai contra a promessa feita pela varejista em 2013 de vender produtos fabricados no país. A promessa foi uma tentativa de conquistar clientes e satisfazer os sindicatos e outros críticos, que disseram que sua buscas por bens de baixo valor estava prejudicando os empregos dos norte-americanos.

O vice-presidente para serviços parceiros do Wal-Mart, Michael Trembley, confirmou que existe na varejista um programa para trazer fornecedores estrangeiros. Ele disse que os vendedores estrangeiros atualmente representam menos de 5%o da base de fornecedores.

De acordo com duas fontes com conhecimento do assunto, o Walmart convidou vendedores da China, Reino Unido e Canadá a listar produtos na seção marketplace (oferta de produtos de outros sites) do Walmart.com. Nessa seção, a varejista ganha uma parte da receita dos bens vendidos e entregues aos clientes por fornecedores terceirizados.

Anteriormente, a empresa somente permitia vendedores baseados nos EUA na plataforma.

Trembley disse que o movimento do Walmart está focado em atender a demanda dos clientes por diferentes tipos de produtos e aumentar a variedade online. O Walmart quintuplicou a sua lista de produtos a venda online para 50 milhões de itens. O número contrasta com os quase 300 milhões de produtos oferecidos pela Amazon online, disseram analistas.

Fonte: G1



Mulher desaparecida é encontrada nos EUA graças a 'cheiro engarrafado'

Atualizado em: 27/07/2017 às 18h45

Uma mulher com demência que havia desaparecido na Flórida foi encontrada pela polícia americana em questão de minutos, graças ao armazenamento de seu cheiro corporal.

O recipiente com o cheiro foi usado pelo cão farejador da polícia para buscar pistas da mulher, que estava ausente de sua casa havia duas horas.

O episódio, ocorrido na noite da última segunda-feira (24), foi comemorado pela polícia americana em uma postagem no Facebook, no qual sugere que mais pessoas engarrafem seus odores corporais caso estejam sob o risco de se perderem.

A mulher, cuja identidade não foi revelada, havia usado um kit profissional de preservação de odores para emergências, capaz de guardar o cheiro corporal de uma pessoa por até sete anos.

O dela havia sido preservado desde janeiro de 2015, de acordo com uma foto do recipiente divulgada pela polícia.

Como funciona

Preservar um odor pessoal com o kit profissional requer passar um pequeno tecido acolchoado nas axilas e guardá-lo em uma jarra esterilizada, de forma que o cheiro seja passível de uso por cães farejadores em caso de desaparecimento.

Fabricantes do kit (que custa em torno de US$ 20, ou R$ 63, em lojas virtuais) afirmam que eles são mais eficientes do que peças de roupa, por não serem contaminados pelos odores de outras pessoas e do ambiente.

Cães têm um olfato mais potente que humanos e são treinados por forças de segurança para identificar drogas, pessoas e, em alguns casos, cadáveres.

Algumas corporações policiais ao redor do mundo - como as de China e Alemanha, por exemplo - guardam amostras de cheiro de suspeitos e de cenas de crimes para ajudar nas investig

ações.

Mas eles não são infalíveis: em 2006, um levantamento feito em New South Wales, na Austrália, mostrou que apenas um quarto das pessoas pegas por cães farejadores estavam, de fato, carregando drogas.

No caso da última segunda-feira na Flórida, porém, o cão policial Ally foi bem-sucedido em sua missão - e por isso foi recompensado com um sorvete.

Fonte: G1

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